segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Bem, está chegando o fim do ano para alguns, e para outros foi um divisor de águas....

Acho que contar em um simples post o que foi este ano seria como escrever um livro....rsr.s...desilusões amorosas, profissional, pessoal....todos os elementos para uma boa ficção com uma pitada do cotidiano e um certo romantismo para torná-lo um best-seller!!! Mas não falarei do ano de 2008, falarei sobre uma coisa que me chamou a atenção ao ver um documentário sobre os Doutores da Alegria.

O programa fala sobre a função destes palhaços em trazer um pouco mais de alegria, para aquelas que por natureza sempre estão felizes e sorrindo, mas por alguma fatalidade não estão em seu estado natural. Durante o programa, me chamou a atenção 2 momentos, os comoventes depoimentos dos palhaços, e o quanto fazem bem para certas crianças trazendo um pouco mais de magia para o enfermo cotidiano. Elas realmente ficam totalmente imersas na realidade que os palhaços criam para anima-la, e de forma fascinante conseguem sonhar de olhos aberto, tornando a realidade em uma fantasia!!!! . E finalmente, o que deixará marcado para mim e ficará marcado para o resto da vida.

A felicidade incodicional de uma criança deve-se ao fato dela não estar moldada aos valores da sociedade, estar livre da razão e da lógica. Ela não sabe ao certo o que é o futuro, e nein o passado, para ela apenas importante o presente! No meu auge da capacidade de raciocínio e lógica com o fim da faculdade, mostra-me que se quiser se feliz..... terei que esquecer um pouco do futuro e passado, vivendo mais o presente. Ser feliz neste momento é pensar menos e sentir mais ....

Um comentário:

* Mafê * disse...

Hugãaaao!

Quando li o seu post, me veio de imediato um poema na minha cabeça:

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,

E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...

Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O Mundo não se fez para pensarmos nele(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...

Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...

Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...

(Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos")

Acho que diz tudo né??

beijoooooo